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Erros que cometi antes de ser mãe

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Erros que cometi antes de ser mãe

Tenho um grupo de amigos do colégio que chamamos de Sexteto. Alguns de nós se conhecem desde o Ensino Fundamental e outros se conheceram no Ensino Médio, onde surgiu oficialmente o grupo de seis, que depois virou sete – mas o nome se manteve. Bom, foi nesse grupo que surgiu o primeiro bebê do meu círculo de amigos e que mais tarde, para minha felicidade, se tornaria minha afilhada. Ninguém tão próximo de mim e da minha faixa etária tinha tido filho ainda e a Sara veio, há quase três anos, pra alegrar as nossas vidas. Eu admiro muito meus compadres pela forma como eles estão criando a Sara. E só agora eu vejo que, por mais que eu tenha tentado acompanhar bem de perto esse crescimento dela, até pela proximidade e intimidade que temos, não sabia da missa a metade. Mais do que isso, vejo quantos “pequenos” erros eu cometi por não estar inserida ainda neste universo da maternidade quando ela nasceu e até o Gabriel chegar para me tornar mãe (o que ocorreu um ano e sete meses depois). E, por isso, eu escrevo este post até como um pedido de desculpas para meus compadres que nunca...

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O jeito certo de criar os filhos

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O jeito certo de criar os filhos

Outro dia, estava tomando café com umas amigas e uma delas disse que a pediatra recomendou não dar mais peito para o seu filho de madrugada, que ele não precisava mais e que ela deveria tentar fazê-lo dormir de outra forma para não criar um hábito ruim. O filho dela só tinha quatro meses na época. Com o Gabriel, hoje com quase 15 meses, faço a mesma coisa nas poucas vezes e nos poucos dias (felizmente) que ele acorda durante a madrugada. Com todo respeito ao médico e a sua formação, o pediatra pode dizer que seu filho não precisa mamar mais de madrugada e você sabe também que ele não mama por fome; mas é você também que sabe que, se der o peito, ele vai mamar e dormir em 5 minutos e que, se não der, sabe-se lá em quanto tempo você conseguirá fazê-lo dormir, provavelmente depois de muito choro. E você sabe disse porque é você que passa por isso de madrugada, exausta e morrendo de sono. Depois de me perder em pensamentos confusos e cheios de culpa, eu decidi fazer o que é melhor pra mim e pro meu filho em cada momento que estamos...

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5 receitas de lanches práticos e saudáveis

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5 receitas de lanches práticos e saudáveis

  Sou uma mãe bem cuidadosa em relação à alimentação da Maria Antônia, daquelas que são chamadas de “chata” mesmo, mas ainda bem que eu não ligo!! E quando sofro alguma ‘pressão‘ dos conhecidos digo que se eu desse refrigerante na mamadeira para ela, seria taxada de irresponsável, então me deixem por que estou cuidando e caprichando!   Desde que começamos a introdução alimentar, passei a me descobrir e encontrar prazer em cozinhar, pesquisar, adaptar e inventar receitinhas saborosas, práticas e funcionais. E também gosto muito de compartilhar essas ‘descobertas’ com outras mães e trocar boas ideias e práticas saudáveis.   E quando sofro alguma ‘pressão’ dos conhecidos digo que se eu desse refrigerante na mamadeira para ela, seria taxada de irresponsável, então me deixem por que estou cuidando e caprichando!   Evito muito dar alimentos industrializados e tento preparar todas as refeições dela também, sem paranóia, se não deu tempo, come um pão de queijo em algum lugar comigo, mas isso é a exceção. Ela ainda é pequenina e enquanto eu puder controlar, vai continuar assim. Não sou radical, mas quero direcionar o paladar dela para o que é saudável, de forma que quando ela tiver autonomia faça as...

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Mãe também é gente

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Mãe também é gente

Quando a gente tem filho, surge um sentimento de proteção e um amor tão grande que queremos fazer tudo por ele. É uma responsabilidade tão grande que nos faz esquecer, às vezes, de que precisamos nos cuidar também (ainda mais no pós-parto). Nos primeiros meses, o Gabriel chorava muito. Teve algumas vezes, em que eu estava sozinha com ele e tinha que o deixar assim aos berros para conseguir fazer um xixi ou comer qualquer coisa para me sustentar. Eu tentava me confortar repetindo até em voz alta: “Filho, mãe também é gente”. Tadinho, ele não tinha culpa de nada, afinal, era só a maneira de ele se expressar em um mundo totalmente novo pra ele (e pra mim). Mas falar essa frase (tipo um mantra nos primeiros meses) era até uma forma de diminuir minha culpa por deixá-lo chorando para poder fazer alguma necessidade básica. E essa culpa nos acompanha diariamente e nos faz esquecer de que nós também precisamos de cuidado e compreensão. Mãe também é gente, por isso tem o direito de ficar triste, mesmo que a felicidade esteja nos seus braços; pode reclamar de cansaço, mesmo tendo desejado tanto seu bebê; pode sentir falta da...

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