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Curiosidades sobre amamentação prolongada
Já falei em outros posts sobre amamentação (confira aqui) e que essa é uma das experiências mais lindas e plenas que tenho com a maternidade. Porém, hoje, vou falar de um outro lado que a gente quase não leva em consideração, um lado muito mais prático e menos romântico. Importante lembrar que, o que vou citar abaixo não é nem de longe motivo para deixar de amamentar, mas é só para compartilhar mesmo, à título de curiosidade, afinal, para isso tb serve um blog 😉 Não estou falando dos machucados, nem de como saber se o bebê está fazendo a ‘péga’ correta ou do quanto é dolorido amamentar nos primeiros dias, estou falando da amamentação dos bebês maiores, depois de 1 aninho. Então listei 6 coisas sobre a chamada amamentação prolongada que ninguém te conta: Meu guarda-roupa não passa intacto às mãozinhas rápidas da Maria Antônia, todas as minhas blusas estão com as golas alargadas, por que ela as puxa para ‘se servir’ e não larga enquanto mama; Às vezes ela acha que o ‘mamá’ é brinquedo, suga, puxa, morde, larga, pega de novo, tudo isso se mantendo firmemente agarrada à gola da minha blusa. Agora...
leia maisComo fazer a introdução alimentar
Eu quis muito manter o aleitamento materno exclusivo até os seis meses e felizmente consegui. Enquanto isso, fui lendo sobre introdução alimentar, fiz um curso com a nutricionista Ana Rubik e me consultei com a nutricionista Fabi Lima, amiga nossa. No dia em que o Gabriel fez exatos seis meses (sim, eu gosto de trabalhar com os marcos certinhos como aguardar os 6 meses, até um ano sem sal e por aí vai…meio metódica, eu sei :P), nós demos sua primeira frutinha. Foi aquele momento lindo de vê-lo estranhando a textura, o sabor e achando que “só” por isso ele não tinha curtido muito. Mas, no nosso caso, o não curtir durou até praticamente os seus 9 meses. Seguindo as orientações das nutricionistas, começamos com as frutas – que por serem mais doces, têm mais chances de aceitação. Depois de uns 15 dias, comecei a dar legumes com caldo de carne caseiro no almoço. E depois de mais 15 dias, passei a dar no jantar também. Segui a cartilha, mas na prática o Gabriel não comia e continuava tendo o leite materno como sua principal fonte de alimentação. Eu tentava não me estressar, pois sabia que cada criança tem...
leia maisVisita de Mãe: Nossa música
Hoje temos uma visita nova na nossa coluna. A Sabrina é jornalista e mãe do Enzo, de oito anos. Ela também é blogueira e escreve o blog Uma mãe como outra qualquer, que, como ela mesmo descreve, é “um cantinho para histórias, alegrias – eventualmente algum desabafo – e, principalmente, um lugar para mostrar que ser mãe de autista dá trabalho, mas é apenas ser mãe. E que essas crianças tão especiais são, antes de tudo, crianças”. Não tem tudo a ver com nosso blog sobre experiências da maternidade? 🙂 Neste primeiro (porque esperamos que venham mais, viu? rsrs) texto para a coluna #VisitadeMãe, Sabrina compartilha conosco a música que embalou – e ainda embala – a sua relação com o Enzo. Nossa música| Por Sabrina Brognoli d’Aquino Toda grávida sabe que, assim que se engravida, a gestante recebe palpites de todos os lados. Eu acho que fui uma grávida tranquila, soube separar o que e quem me agradava e o que eu achava que era viável para mim de todos aqueles conselhos de tias, blogs, sites e afins. Mas algo que me chamou a atenção e não lembro onde eu li, foi a sugestão de escolher...
leia maisMãe de bicho e de gente
No meu aniversário de 18 anos, minha mãe me levou ao shopping para escolher um celular novo, seria meu presente de aniversário. Havia também uma feira de filhotes acontecendo lá e resolvemos dar um pulinho, só por curiosidade, afinal, apesar de gostar e respeitar os animais, não era algo em que eu pensasse tanto. A feira funcionava como um circuito, você entrava e passava obrigatoriamente por todos os estandes, até a saída. Ao bater o olho na primeira gaiolinha com aqueles filhotinhos tão indefesos já comecei a chorar, acho que pela ignorância de ter vivido tanto tempo achando que as feiras de filhotes eram inofensivas*. Enfim, e a cada estande eu chorava mais e mais – acho que as pessoas me olhavam e pensavam que eu era uma maluca instável – até chegar no penúltimo estande e ver um cercadinho razoavelmente grande, com uma bolinha pretinha toda enroladinha num canto. Fui fazer um carinho naquela coisinha e de repente, a bolinha se desfez em duas! Ahhhh, meu Deus, eram dois cachorrinhos da raça pinscher, irmãozinhos, dormindo beeeem coladinhos um no outro. Olhei pra minha mãe, educadora de profissão e coração, e falei que não queria celular coisa...
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