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Despedida do filho único

Postado por | Desenvolvimento | Comente!

Despedida do filho único

Sempre quis ter mais de um filho. Dois agora me parece um número bom. Minha primeira gravidez foi tão desejada e curtida, que logo que o Gabriel fez um ano já veio a vontade de passar por isso novamente. Desta vez, a natureza não demorou tanto e quando vimos o Bernardo já estava a caminho. E ele foi desejado e festejado como o nosso primogênito. Aí, ao mesmo tempo que senti a alegria de ter mais um filho, de dar um irmão para o Gabriel e de poder vivenciar a maternidade em dose dupla (inclusive o cansaço e a dedicação que me aguardam), senti a dor de me despedir de um filho único. Por dois anos, o Gabriel recebeu nossa atenção exclusiva. Fiquei com ele o dia inteiro até os cinco meses, quando ele começou a escola meio período. Então, por um ano e meio, ele passou as manhãs na escola e depois o resto do dia comigo. E como foi intenso e maravilhoso poder curtir esses dois anos desta forma. Que felicidade poder acompanhar cada descoberta e cada nova fase coladinha com ele. Tive tempo para fazer natação com ele, para preparar refeições com todo o cuidado, para deitar e rolar...

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Chegamos aos dois anos

Postado por | Alimentação, Comportamento, Desenvolvimento | 1 comentário

Chegamos aos dois anos

Parece que foi ontem que publiquei o post “Chegamos a um ano”. Permitam-me o clichê (ainda mais sendo jornalista e com a obrigação de evitar isso), mas não tem maneira mais clara para começar o texto se não com essa constatação de que o tempo passa muito rápido. Nos últimos 12 meses, quantas coisas aconteceram. Gabriel começou a andar, a falar palavras de forma bem clara e até a formar frases, entrou no mar pela primeira vez, se apaixonou pela praia, tirou visto e fez sua primeira viagem ao exterior já, aprendeu a fazer birra, saiu do berço e passou a dormir numa caminha, deixou de mamar, e, talvez a maior mudança, assumiu o posto – ainda sem materializar muito bem – de irmão mais velho. E eu? Mais um ano de muito aprendizado! Faz um ano praticamente que durmo a noite toda com as bençãos da Nossa Senhora do Sono  – com exceção de uma noite ou outra em que ele ficou doente. Acordo bem mais descansada, verdade. Em compensação, nesta fase, eles têm uma energia sem fim e brincam o dia todo – o que é uma delicia e uma maratona já que exigem nossa atenção e...

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Carta para a mulher que não quer ser mãe

Postado por | Comportamento | 1 comentário

Carta para a mulher que não quer ser mãe

  Ironicamente, acho que não há decisão mais maternal do que essa, afinal, você está escolhendo preservar uma vida que chegaria ao mundo sem ser desejada ou que talvez não tivesse os cuidados necessários.   Eu sei que esse não é um tema que se espera de um blog que fala justamente sobre maternidade, neste post não vai ter dica de passeio, brincadeiras ou lanchinhos saudáveis, espero não decepcionar ninguém! rsrs Ei, você que já decidiu que não quer ter filhos, você mesma. Esse post é pra vc, sim num blog que fala de maternidade 😉 Ironicamente, acho que não há decisão mais maternal do que essa, afinal, você está escolhendo preservar uma vida que chegaria ao mundo sem ser desejada ou que talvez não tivesse os cuidados necessários. Exercer a maternidade é proteger, zelar e cuidar, e isso fazemos no nosso cotidiano com qualquer um, com nossos pais, irmãos, sobrinhos ou mesmo numa ação solidária com um desconhecido, então não questione a sua capacidade, apenas o seu desejo.   Quando falo das mulheres que não querem ter filhos, não estou falando de aborto, mas sim, das mulheres que escolheram não engravidar, aborto é um tema muitíssimo sério e delicado e não tenho maturidade para falar sobre, só acho que cada caso merece...

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Pode ser

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Pode ser

A gente ouve tanto falar da maternidade que, por um momento, achamos mesmo que quando o bebê nascer vamos nos transformar em mães e saber tudo o que se passa com nossos filhos. Ele vai chorar e você acha que vai aprender a identificar os choros. Ele vai fazer uma carinha e você acha que saberá do que se trata. Já falei sobre esta expectativa num post sobre “O melhor do primeiro mês”. Pois bem: o primeiro mês passa, o segundo, o terceiro… O primeiro ano… e quer saber? Não, a gente continua sem saber do que se trata. Claro, com o tempo, vamos nos conhecendo melhor e aprendendo sim a identificar alguns sons e comportamentos, o que não significa que sempre saberemos do que se trata. Há umas semanas, não sei o motivo, Gabriel voltou da escola meio chatinho. Queria comer e não queria, queria brincar e não queria, se jogava no chão, chorava, parava, levantava… E aí começam os palpites de quem está ao redor. Será que é sono? Será que ele está ficando doente? Será que é dente? Será que é manha? Será que é birra? Eu respondo: pode ser. Porque, de verdade, tem vezes que não sabemos e tudo...

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