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A pior mãe do mundo
Ainda na série do ‘ser mãe é pagar a língua’ (veja esse post). Há muito tempo venho me policiando para evitar julgar as pessoas, principalmente por que tomamos uma ou duas informações como verdades absolutas, para definirmos algo ou alguém na nossa mente. Mas preciso confessar que no meu íntimo, antes de ter a Maria Antônia, sempre julguei os cuidados da mãe que deixava seu bebê cair da cama. Eu pensava com os meus botões que aquilo era um absurdo MASTER e que JAMAIS deixaria minha filha cair da cama. Pois bem, não bastasse deixar minha filhotinha cair da cama 1 vez, repeti o ‘feito’ mais 3 vezes (até agora). A primeira vez que a deixei cair da cama, ela tinha uns 4 ou 5 meses, fui ao banheiro lavar as mãos e pelo espelho eu conseguia vê-la, de repente, ao me virar para pegar a toalha, só escuto o barulho e corro até ela, já no chão. Aiiiii não, meu coração ficou partido, ela chorava e seus olhinhos me diziam: “como vc deixou isso acontecer, mamãe!?”. Eles se desenvolvem tão rápido, nem sabia que ela já conseguia se mexer tanto a ponto de cair da cama...
leia maisVisita de Mãe: Você tá feliz, mamãe?
Hoje recebemos novamente a visita da Talita, mãe do Vinicius que está naquela fase rotulada pelos americanos de “terrible two”. No segundo texto que a Talita escreve aqui para o blog, ela comenta sobre o prazer que os pequenos parecem ter em desafiar os pais. Boa leitura! Você tá feliz, mamãe? | Por Talita Rodrigues Nunes – Você tá feliz, mamãe? De uns tempos para cá o pequeno começou a repetir essa frase com certa frequência. Parece fofo, né? E eu acho fofo, devo confessar… mas o contexto em que ela é dita não é nada meigo. Normalmente o danadinho confere se eu estou prestando atenção nele, faz algo que sabe que não é permitido e solta a já clássica pergunta: “Você tá feliz, mamãe?” Mas por que cargas d’água os filhos parecem ter verdadeiro prazer em desafiar os pais?? Por que eles não podem simplesmente aprender pelo exemplo (o que, de fato, fazem) ou se satisfazer com a resposta que é dada uma vez de forma clara? Não… eles precisam testar seus limites (e os nossos) muitas vezes. Repetidamente. Diariamente. Os teóricos do desenvolvimento infantil explicam que as crianças aprendem por repetição. Aliás, não só as crianças, mas...
leia maisEnergy Casino: Kompleksowy Przewodnik po Płatnościach i Bezpieczeństwie
Energy Casino to popularna platforma hazardowa, która oferuje różnorodne gry i usługi. W tym artykule skupimy się na aspektach bankowych i bezpieczeństwa. Omówimy dostępne metody płatności, szybkość wypłat oraz ważne kwestie licencyjne. Dzięki temu poznasz, jak Energy Casino pl zapewnia wygodne transakcje dla graczy. Dostępne Metody Płatności w Energy Casino Energy Casino oferuje kilka opcji do wpłat i wypłat. Gracze mogą korzystać z kart kredytowych, przelewów bankowych i portfeli elektronicznych. Każda metoda ma swoje zalety, takie jak szybkość lub niskie opłaty. Energy Casino pl wspiera popularne systemy w Polsce, co ułatwia transakcje. Wpłaty są zazwyczaj natychmiastowe, co pozwala szybko zacząć grę. Niektóre metody mogą mieć niewielkie opłaty, ale Energy Casino stara się je minimalizować. Ważne jest, aby sprawdzić aktualne informacje na stronie. Dzięki temu unikniesz niespodzianek przy korzystaniu z Energy Casino. Czas i Limity Wypłat w Energy Casino Wypłaty w Energy Casino mogą trwać od kilku godzin do kilku dni. Czas zależy od wybranej metody płatności. Na przykład, wypłaty na karty są często szybsze niż przelewy bankowe. Energy Casino pl określa również limity wypłat, które warto poznać przed grą. Limity mogą się różnić w zależności od konta i metody. Standardowo, minimalna wypłata to niska kwota, co jest korzystne dla...
leia maisO sonho está nos meus braços
No post anterior, eu compartilhei todo meu longo trabalho de parto. Se você não leu, veja aqui. Gabriel nasceu de parto normal e veio direto para meus braços. Ele ficou no meu colo enquanto a pediatra o examinava e até o cordão umbilical parar de pulsar. O Dr. Fernando Pupin (meu obstetra) disse para eu e meu marido segurarmos o cordão pra sentir a pulsação e foi incrível. Ficamos acho que uns 10, 15 minutos nesse estado de êxtase com o Gabriel no meu colo até o cordão parar de pulsar e o Eduardo o cortar. Enquanto eu olhava o meu filho e conversava com ele, Dr. Fernando me suturava. Como Gabriel veio de uma vez só, tive laceração e precisei levar vários pontos. Como tinha tomado analgesia, na hora nem senti nada. (Não foi feita episiotomia, pois não se indica mais esse procedimento como padrão. A laceração normal que pode ocorrer no parto é bem melhor do que a episiotomia) O que deixa o meu relato ruim não é o parto em si como foi, mas o pós-parto. Normalmente, quem tem parto normal tem uma recuperação rápida e horas depois já está de pé e super disposta para cuidar...
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