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Visita de mãe: Persistir, insistir, não desistir

Postado por | Amamentação | Comente!

Visita de mãe: Persistir, insistir, não desistir

Estamos muito felizes de publicar o primeiro texto da coluna Visita de Mãe. Nossa proposta é compartilhar relatos de outras mães que podem sempre ajudar quem está passando ou já passou por uma situação semelhante. O texto de hoje é da Magda, jornalista e mãe da Ana Laura – hoje com um ano e quatro meses -, que fala sobre persistir na amamentação. Venha ler que lindo depoimento!   Persistir, insistir, não desistir | Por Magda Pamplona   Existem pessoas altas e baixas, magrinhas e gordinhas, loiras e morenas, certo? As pessoas são únicas, carregam características próprias de seus pais e suas mães, não são como objetos fabricados em série. Então parece óbvio que sejam diferentes. Mas por que, para muita gente, quando se trata de bebês eles têm que ser iguais? Dormir o mesmo número de horas, andar e falar mais ou menos na mesma idade, mamar em intervalos similares e… ter o mesmo peso?   Vivemos numa sociedade em que, para a maioria, bebê saudável é bebê gordinho, cheio de dobrinhas. Se o bebê não está gordinho, então está mal alimentado. Se mama só no peito, bingo!, está aí o motivo do peso abaixo da média.   Minha...

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Duas vezes mastite

Postado por | Amamentação, Saúde | Comente!

Duas vezes mastite

Ao recebermos alta da maternidade, a médica parou no nosso quarto e fez uma série de explicações sobre a recuperação, sobre amamentação e até dicas sobre as trocas de fraldas, telefones de enfermeiras, etc. Especificamente sobre amamentação ela me disse que é comum ter leite empedrado, que causaria uma certa dor, mas que bastava um banho quente, massagem e ordenha e tudo ficaria bem, comentou sobre mastite, mas disse para eu não me preocupar, afinal só ocorre em 10% das mulheres e a solução era um antibiótico.   Pois bem, lá fomos nós para casa, eu achando que a amamentação era instintiva para o bebê e por isso, despreocupada com qualquer palpite alheio. Como contei no outro post, senti muita dor nas primeiras duas semanas da amamentação, era de ver estrelinhas!! Fiquei com os bicos dos seios rachados e por isso, comecei a procurar várias ‘ferramentas’ que me ajudassem a passar por isso sentindo menos dor, como:    Bico de seio artificial: Feito de silicone, bastava sobrepor ao bico do seio e ele evitava o atrito da pele com a boca do bebê. Este não foi bom para nós, percebi que a Maria Antônia tinha mais cólica quando eu...

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O que é ser mãe?

Postado por | Comportamento | Comente!

O que é ser mãe?

Que pergunta difícil de responder, não? Tão complicada que achamos melhor pedir ajuda a outras mães. Para isso, convidamos nossas amigas, conhecidas e seguidoras da fanpage do blog no Facebook a nos dizerem o que, pra cada uma, significa ser mãe. A ideia foi juntar todas as respostas nesse post especial para o Dia das Mães! Apresentamos a seguir os depoimentos que elas deixaram na fanpage e também nos nossos perfis pessoais e só temos a agradecer pela participação. Ser mãe é transbordar esse amor para o mundo e, escrevendo esse post conosco, vocês fizeram isso. Feliz Dia das Mães para todas nós! Ser mãe é sentir o amor mais forte que seu coração é capaz de suportar. É sorrir todos os dias e chorar de felicidade muitas e muitas vezes. É sentir dor de verdade ao ver seu filhote sofrer. É colocar o amor à frente de tudo e entender de uma vez por todas que não há nada mais importante do que o sorriso daquela pessoinha. É ver que, sem perceber, você adquiriu novos valores, pensa diferente, age diferente. É aprender mais sobre a vida com um anjinho de meses de vida do que qualquer pessoa seria...

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A libertação da livre demanda

Postado por | Amamentação | 9 comentários

A libertação da livre demanda

Eu contratei uma doula, tive acompanhamento dela no parto e no pós-parto pra auxiliar a amamentação. Antes disso já tinha feito curso de gestante no grupo dessa doula que contratamos e recebi a orientação para amamentar em livre demanda. Apesar disso, não sei por que nem como, mas eu me perdi no início do caminho e me esqueci de tudo o que eu tinha ouvido nessa época. Acho que pode ter sido a loucura do puerpério ou os palpites que ouvi ainda na maternidade. O fato é que o Gabriel nasceu e eu comecei a dar de mamar seguindo a regra (da época das nossas avós) de amamentar a cada três horas. Eu não era super super rígida (ao meu ver, mas tirem suas próprias conclusões rs), mas anotava toda mamada num diário e se meu filho chorasse em menos de duas horas após já ter mamado, eu não oferecia peito de novo, pois achava que não devia, porque não era fome e porque eu tinha que aprender a acalmá-lo sem ser dando o peito (algumas pessoas me disseram isso). Hoje eu me arrependo tanto disso… Quanto choro (meu e dele) eu podia ter evitado nos primeiros meses se eu tivesse...

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