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Festa de um ano
A Ju contou aqui como comemorou o primeiro ano da Maria Antônia e sobre o porquê preferiu não fazer festa. Por aqui, por outro lado, eu quis fazer uma festinha para marcar essa data, mas algo mais caseiro. Reservamos o salão de festas do condomínio dos meus pais, minha mãe fez a decoração e minha sogra o bolo. O tema, para alegria geral do pai da criança, foi fusca. Compramos salgadinhos e docinhos e uma amiga nossa fez mini cupcakes e brigadeiro de colher da sua Fábrica de Cupcakes. Por ser uma festa “em casa”, a lista de convidados teve que ser mais restrita até pelo tamanho do local. Não tínhamos garçom, mas contratamos, de última hora, uma moça que ajudou a esquentar e servir os salgadinhos. Tínhamos pensado em nós mesmos (com a ajuda dos nossos pais) fazermos isso, mas foi bem bom termos contratado essa pessoa, pois ficamos bem ocupados recebendo os convidados e cuidando do Gabriel. Busquei fazer uma festinha bem legal, com atração para as crianças se entreterem (já que tínhamos um número considerável de pequenos) e comida para todos os gostos. Assim, dois pontos que acho que valeram o investimento (financeiro e de tempo)...
leia maisIndispensável na bolsa do bebê!
Oi gente! Saudades de escrever por aqui! Estive viajando por quase 3 semanas, fomos levar a Maria Antônia para conhecer o Mickey e fazer um passeio de carro pelo sul dos EUA. Foi super bacana e vou me dedicar esta semana a escrever alguns posts contando como foi e dando dicas para viajar com os bebês! Enfim, se fosse a Marcela, os posts teria sido programados e vcs leriam os textos dela toda semana, mas como eu sou um pouco esquecida, acabei escrevendo, mas não programando as postagens, por isso estive tão sumida :} #abaphaocaso Na época da faculdade, quando viajava com as minhas amigas, dificilmente levava shampoo, pasta de dente ou escova de cabelo. Por quê? Oras, porque todas elas levariam, então, eu podia fazer uma mala mais enxuta e pegar emprestado dazamiga. Sim, até hoje elas me acham folgada, mas eu chamo de praticidade e intimidade! 🙂 A primeira vez que saí com a Maria Antônia foi diferente, fiz questão de levar a bolsa dela, rosa, com uma coroinha dourada, bem linda, presente da vovó. Mas confesso que logo de cara achei uma ‘tralharada’, usei mais pra me exibir com o meu bebêzinho, do que...
leia maisCada criança no seu tempo
Quem acompanha o blog, sabe que o Gabriel completou recentemente seu primeiro aninho, um marco na vida dele e na nossa. Talvez, por todo o significado que essa data possui, nas últimas semanas me peguei tendo que responder a várias perguntas sobre seu desenvolvimento e eu mesma me perdi nessa viagem de comparações. Não me levem a mal. Que mãe não gosta de falar do seu filho e das suas conquistas? Até eu, que não sou de muita conversa com quem não tenho intimidade, me vejo falando com desconhecidos que na rua me perguntam sobre ele. Mas percebi como existe essa expectativa social de que as coisas aconteçam e, mesmo que seja só para puxar conversa, as perguntas acabam nos gerando uma certa ansiedade – que pode ir além da natural se não tomarmos cuidado. Sim, ele ainda mama no peito. Às vezes, ainda acorda de madrugada e eu acabo dando o peito para que ele durma mais rápido (O cansaço e o sono falam mais alto…). Sim, na teoria, ele já pode comer a comida da família, mas continuo fazendo refeições separadas para ele, até porque ainda não mudamos nossa alimentação para ser tão saudável quanto a que busco...
leia maisTribos maternas: qual é a sua?
Faz parte da natureza do ser humano ter grupos. “Nenhum homem é uma ilha”, como diria John Donne. Acabamos entrando para grupos com os quais temos mais afinidade e nos quais nos sentimos bem. Quando passamos a fazer parte do universo materno não é diferente. Desde a gravidez, já passamos a nos diferenciar pelas escolhas. Há grávidas com enjoos, sem enjoos, neuróticas com alimentação, relaxadas…Mas acho que a primeira grande tribo que nos diferencia é pelo tipo de parto: normal ou cesárea (como já escrevi aqui). Depois que o bebê nasce, o que acreditamos nem sempre é o que fazemos (Ser mãe é pagar a língua como escreveu a Ju, não é mesmo?). Nossas escolhas e nossa forma de criar nossos filhos acabam nos aproximando mais de uns grupos e nos afastando de outros. De repente, nos pegamos seguindo páginas no Facebook de alimentação consciente e ficamos chocadas quando vemos, na rua, uma criança pequena se empanturrando de doces e refrigerante. Acabamos preferindo trocar ideia com aquela mãe conhecida que também faz receitas saudáveis para seu filho e incentiva a amamentação prolongada. Ou nos aconchegamos no colo de uma mãe amiga que queria parto normal, mas acabou fazendo cesárea;...
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