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Visita de Mãe: Filhos e redes sociais
Hoje a Magda, mãe da Ana Laura de 1 ano e 7 meses, está de volta na nossa coluna para falar de um tema polêmico: compartilhar ou não fotos dos nossos filhos nas mídias sociais? Se por um lado queremos mostrar aos parentes e amigos como eles estão crescendo e fazendo fofurices, por outro lado, tem toda a questão de preservar a sua imagem até por uma questão de segurança. Aqui no blog, como vocês já devem ter notado, nós preferimos preservar a nossa dupla. Claro, eventualmente, postamos fotos para ilustrar nossos posts. Quem nos acompanha no instagram, também pode ver que de vez em quando publicamos alguma foto em que os rostos deles aparecem. Mas temos todo o cuidado para que isso não seja feito com frequência, pois nos preocupamos em evitar uma exposição que, na nossa opinião, seja muita exagerada. No entanto, temos diversos amigos que postam várias fotos dos filhos nas redes sociais (e que nós acabamos curtindo também) e também nos divertimos com vídeos que viralizam na internet de bebês e crianças fazendo caras e bocas ou aprontando alguma. Afinal, quando começa a ficar exagerado? Deve haver um limite? Esse é um assunto que merece uma reflexão. E...
leia maisRefeições práticas para o bebê
A Maria Antônia é ótima de garfo, com exceção das primeiras duas semanas da introdução alimentar, que eu contei aqui, ela sempre comeu bem! E eu me esforço para que a qualidade da sua alimentação também seja boa, como a quantidade. Não sou radical, ela tem 1 ano e 2 meses e semana passada provou pastel frito, também já provou chocolate, polenta frita e um tisco de sorvete, afinal, quem pode deter os avós?! No mundo ideal, gostaria que ela ainda não tivesse tido contato com esses alimentos, mas não consegui, o importante é que eles foram realmente eventuais e enquanto eu puder controlar, assim serão. Nas refeições dela, o prato nem sempre tem as 5 cores, como a nutricionista orientou. Às vezes por que não tem em casa, às vezes por que não deu tempo de preparar e confesso que em outras vezes até por um pouco de preguiça da mamãe aqui, mas de novo, isso também é exceção. Com o tempo fui desenvolvendo alguns mecanismos que facilitassem a minha vida nesses preparos, já que sou da turma dos práticos. As refeições da Maria Antônia costumam ter 1 carboidrato, 1 legume, 1 fonte de proteína e...
leia maisMeu lugar preferido
Eu sou fã declarada da Revista Sorria, uma publicação excelente que tem a venda revertida para o GRAAC e para o Instituto Ayrton Senna. Além das reportagens sempre positivas, a revista faz ações no Facebook e teve um ano em que fez uma série de cartões com frases e fotos lindas e inspiradoras: #365sorrisos. Eu salvei vários cartões no meu celular e olhava quando precisava me fortalecer ou lembrar do que realmente me importa e me faz bem. Um desses cartões dizia: Você é meu lugar preferido. Isso já valia para o meu marido e agora com o meu filho passou a ter ainda mais sentido. Sim, adoro estar em casa e adoramos também viajar e conhecer lugares novos. Mas o melhor de tudo é fazermos tudo isso juntos. A primeira viagem que fizemos com o Gabriel foi pra Serra Catarinense, de carro – junto com a Ju, a outra autora do blog (ela escreveu sobre isso aqui). Ele estava com 7 meses e já tive que levar uma bolsa térmica com suas comidas que cozinhei na semana anterior – o que torna a viagem mais trabalhosa e a pré-viagem, exaustiva. Quando Gabriel estava com 10 meses, fizemos sua primeira...
leia maisVisita de Mãe: Sou a melhor mãe que eu posso ser
Adivinhem quem voltou? Hoje recebemos novamente a visita da Talita, mãe do Vini de dois anos. Já é de casa. Ficamos muito felizes em receber as contribuições de outras mães. Trocar experiência não é só aprendizado, é reconfortante. Tá (estamos íntimas, já rs), a palavra está contigo agora e sempre que quiser. 😉 Sou a melhor mãe que eu posso ser | Por Talita Rodrigues Nunes Impossível não se emocionar com os relatos de parto da Juliana (leia aqui) e da Marcela (parte 1 e parte 2). A chegada de um novo ser humano ao mundo é mesmo um milagre. Também tenho meu milagre. Assim como a Ju, não pude ter parto normal, e um dia antes de completar as 40 semanas foi feita a cesárea. O ultrassom mostrou uma quantidade bem baixa de líquido amniótico e meu bebê chegou a aspirar mecônio, o que o fez ficar em observação logo após o parto – foram as 5 horas mais solitárias e mais tristes da minha vida. Felizmente isso não trouxe maiores consequências e, a partir daquele momento, nascemos todos para uma nova vida: filho, mãe e pai (e avós, e tios e primos…). A verdade é que, não importa se o parto...
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