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Palpiteiros de plantão

Postado por | Comportamento | 4 comentários

Palpiteiros de plantão

No último post (leia aqui), falei sobre como nós mães somos autocríticas, sempre nos cobramos e por vezes nos culpamos por cometer algum erro na educação dos nossos bebês. E na verdade, nossa maior preocupação deveria ser com o comprometimento em fazer o nosso melhor, e não em alcançar a perfeição. E exatamente por toda essa cobrança, não precisamos ouvir julgamentos de terceiros sobre como estamos alimentando ou vestindo nossos filhos, por exemplo. E parece que virou moda achar que alguém é “mais mãe” ou “menos mãe”, simplesmente por que age diferente do outro.   Eu passo o dia cuidando da Maria Antônia e me dedicando a brincar, dar banho, comidinha saudável e orgânica e tudo o mais, enfim, decidi me entregar exclusivamente à maternidade no primeiro ano e meio. Não por que eu acho que isso é o certo, mas por que as condições me permitiram e por que eu me dispus, sinto falta de trabalhar, mas sei que este momento é importante e quero participar o máximo possível. Quem não pôde ou não quis ‘estender’ a licença maternidade, tem seu direito, sua opinião e meu respeito.   Enfim, semana passada fui ao shopping e ao descer pelo...

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Parto normal ou cesárea: uma escolha consciente

Postado por | Gravidez, Parto | Comente!

Parto normal ou cesárea: uma escolha consciente

Ninguém é menos mãe porque teve filho de cesárea. Já que o assunto é parto, quero deixar isso claro desde o começo para não gerar polêmica desnecessária. Também acho que cada pessoa escolhe o parto que quer e ninguém tem nada a ver com isso (ultimamente, tem muito patrulhamento nesse sentido e esse não é meu objetivo). Mas aí está a questão: que seja uma escolha da mulher com o apoio do seu parceiro, quando for o caso, e não uma escolha do médico por comodidade e se aproveitando algumas vezes da “ignorância” (desconhecimento) da gestante. Nem sempre é questão de escolha, mas que a mulher esteja consciente do por que teve que ser daquele jeito. Para isso, é preciso sim se informar e essa é uma responsabilidade da gestante. Acho bem honesto quem prefere ter cesárea eletiva (porque não quer sentir dor ou qualquer outro motivo) e acho ainda mais honesto o médico que assume que só faz cesárea. Tenho certeza que seu consultório está cheio de pacientes que querem um parto assim e tudo bem se ambas as partes estiverem de acordo e cientes disso desde o começo. No entanto, acho frágil aquela resposta quando se pergunta...

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A pior mãe do mundo

Postado por | Comportamento | 4 comentários

A pior mãe do mundo

  Ainda na série do ‘ser mãe é pagar a língua’ (veja esse post). Há muito tempo venho me policiando para evitar julgar as pessoas, principalmente por que tomamos uma ou duas informações como verdades absolutas, para definirmos algo ou alguém na nossa mente. Mas preciso confessar que no meu íntimo, antes de ter a Maria Antônia, sempre julguei os cuidados da mãe que deixava seu bebê cair da cama. Eu pensava com os meus botões que aquilo era um absurdo MASTER e que JAMAIS deixaria minha filha cair da cama. Pois bem, não bastasse deixar minha filhotinha cair da cama 1 vez, repeti o ‘feito’ mais 3 vezes (até agora).   A primeira vez que a deixei cair da cama, ela tinha uns 4 ou 5 meses, fui ao banheiro lavar as mãos e pelo espelho eu conseguia vê-la, de repente, ao me virar para pegar a toalha, só escuto o barulho e corro até ela, já no chão. Aiiiii não, meu coração ficou partido, ela chorava e seus olhinhos me diziam: “como vc deixou isso acontecer, mamãe!?”. Eles se desenvolvem tão rápido, nem sabia que ela já conseguia se mexer tanto a ponto de cair da cama...

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Visita de Mãe: Você tá feliz, mamãe?

Postado por | Desenvolvimento | 5 comentários

Visita de Mãe: Você tá feliz, mamãe?

Hoje recebemos novamente a visita da Talita, mãe do Vinicius que está naquela fase rotulada pelos americanos de “terrible two”. No segundo texto que a Talita escreve aqui para o blog, ela comenta sobre o prazer que os pequenos parecem ter em desafiar os pais. Boa leitura!   Você tá feliz, mamãe? | Por Talita Rodrigues Nunes   – Você tá feliz, mamãe? De uns tempos para cá o pequeno começou a repetir essa frase com certa frequência. Parece fofo, né? E eu acho fofo, devo confessar… mas o contexto em que ela é dita não é nada meigo. Normalmente o danadinho confere se eu estou prestando atenção nele, faz algo que sabe que não é permitido e solta a já clássica pergunta: “Você tá feliz, mamãe?” Mas por que cargas d’água os filhos parecem ter verdadeiro prazer em desafiar os pais?? Por que eles não podem simplesmente aprender pelo exemplo (o que, de fato, fazem) ou se satisfazer com a resposta que é dada uma vez de forma clara? Não… eles precisam testar seus limites (e os nossos) muitas vezes. Repetidamente. Diariamente. Os teóricos do desenvolvimento infantil explicam que as crianças aprendem por repetição. Aliás, não só as crianças, mas...

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