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Visita de mãe: Pais educam e avós… educam também!
A Magda inaugurou a nossa coluna #VisitadeMãe com um texto lindo sobre persistir na amamentação (se ainda não leu, veja aqui). Agora ela volta com uma boa reflexão sobre o papel dos avós na educação dos nossos filhos. Boa leitura! Pais educam e avós… educam também! | Por Magda Pamplona Todo mundo já deve ter ouvido aquela expressão de que pais educam e avós estragam. Confesso que eu nunca gostei dela. Detestava imaginar meus pais ou os pais do meu marido tirando nossa autoridade, fazendo coisas que iam contra o que pensávamos ser correto. Nossos pais já tiveram seus filhos e a chance de criar do jeito deles, com erros e acertos – com certeza fazendo o melhor que podiam. Agora é a nossa vez: de fazermos igual aquilo que consideramos que deva ser repetido e de mudarmos o que julgamos que deva ser diferente. Posso dizer que sou privilegiada. Meus pais e meus sogros respeitam as escolhas minhas e do meu marido. Conversando com amigas e colegas mães, vejo que a alimentação é um dos principais pontos de discórdia entre pais e avós. A alimentação da nossa filha é bem diferente daquela que tivemos quando...
leia maisO segredo para o sono do bebê…
…NÃO EXISTE!!!!!!! E se existir, por favor, me contem! Levem em consideração que, na minha opinião, ‘treinar’ o bebê e deixá-lo chorar por “x” noites, por “y” minutos não é um segredo. É um método no qual não acredito por que, apesar de atingir o objetivo, não me agrada nenhum pouco o meio, ou seja, fazer com que o bebê aprenda a dormir às custas de muita frustração para ele e para os pais também. Sou a favor de criar com apego <3. Posto isso, vou compartilhar com vcs a minha experiência: O MAIOR APRENDIZADO que tirei desses ‘clarões da madrugada’ foi o de não criar expectativas. Sempre que levantei de madrugada para amamentar, esperando que em 15 minutos fosse voltar a dormir, tomei os maiores “bailes” e passei mais tempo acordada. Não posso negar que já tentei o método que citei acima (quem nunca?), mas confesso que desisti em menos de 2 minutos, não tenho capacidade para ESCOLHER deixar a minha filha chorar, em favor do meu conforto. Claro, se ela tivesse dormido ou ficado tranquilinha rápido, seria um sinal de que ela estava pronta para esse ‘próximo passo’, então tudo bem, mas não foi...
leia maisMãe não devia ficar doente
Gabriel estava então com quatro meses. Eu comecei com uma dor de garganta, que veio com uma febre e, de repente, uma gripe se instalou em mim e toda aquela dor no corpo e vontade de ficar na cama o dia inteiro me derrubaram. Mas eu não podia me dar “ao luxo”, obviamente, pois tinha um filho pra cuidar. E como é ruim quando a gente está nesse estado, não é? O cansaço já faz parte da gente, mas doente ainda ficamos mais podres enquanto nossos pequenos precisam da gente. Na minha primeira experiência assim, eu só posso agradecer ao meu filho que foi bem bonzinho. Precisei unir as minhas poucas energias para dar de mamar, trocar fralda, brincar um pouco e fazê-lo dormir, afinal, ele é um bebê e não poderia ser diferente, né? Mas a melhor parte foi que ele não me deu trabalho pra dormir nesses dias. Um querido, pois eu não teria forças para embalá-lo por um tempão pela casa – como tantas vezes já tive que fazer no início. Pode ser loucura minha, mas eu até acho que eles nos entendem e nos ajudam. Logo depois que o Gabriel nasceu, eu não conseguia...
leia maisLeite Materno x Leite Artificial
Eu tinha a convicção durante a gravidez de que não daria leite artificial à minha bebê, já sabem que paguei a língua (contei nesse post), né?! Quando a Maria Antônia tinha 3 semanas, tive uma mastite no seio direito (já contei nesse post tb), que, achando ser leite empedrado, demorei alguns dias para tratar e acabou formando um abcesso. Como a situação estava feia, o médico pediu que eu não a amamentasse mais no seio machucado durante aquele dia, pois no final da tarde faria uma cirurgia para drenar. Ao chegar em casa para buscar minhas coisas, amamentei só seio esquerdo e não tive tempo para tirar leite para alimentá-la até a minha volta. Como estava muito resistente ao leite artificial, deixei ela sugar tudo o que tinha e o que não tinha até a hora de ir pro hospital. A bichinha ficou grudada em mim por 2 horas e quando eu tirava, ela chorava muito sentida, achei que ela queria aconcheguinho, que estava sentindo que eu ficaria longe por algumas horas, mas na verdade ela estava faminta. Deixei meu marido e minha sogra, que cuidariam dela enquanto eu faria o procedimento, avisados de que deveriam dar o LA...
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