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Tribos maternas: qual é a sua?

Postado por | Comportamento | 4 comentários

Tribos maternas: qual é a sua?

Faz parte da natureza do ser humano ter grupos. “Nenhum homem é uma ilha”, como diria John Donne. Acabamos entrando para grupos com os quais temos mais afinidade e nos quais nos sentimos bem. Quando passamos a fazer parte do universo materno não é diferente. Desde a gravidez, já passamos a nos diferenciar pelas escolhas. Há grávidas com enjoos, sem enjoos, neuróticas com alimentação, relaxadas…Mas acho que a primeira grande tribo que nos diferencia é pelo tipo de parto: normal ou cesárea (como já escrevi aqui). Depois que o bebê nasce, o que acreditamos nem sempre é o que fazemos (Ser mãe é pagar a língua como escreveu a Ju, não é mesmo?). Nossas escolhas e nossa forma de criar nossos filhos acabam nos aproximando mais de uns grupos e nos afastando de outros. De repente, nos pegamos seguindo páginas no Facebook de alimentação consciente e ficamos chocadas quando vemos, na rua, uma criança pequena se empanturrando de doces e refrigerante. Acabamos preferindo trocar ideia com aquela mãe conhecida que também faz receitas saudáveis para seu filho e incentiva a amamentação prolongada. Ou nos aconchegamos no colo de uma mãe amiga que queria parto normal, mas acabou fazendo cesárea;...

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Visita de Mãe: Porque a vida Só Melhora

Postado por | Comportamento | Comente!

Visita de Mãe: Porque a vida Só Melhora

A Talita, mãe do Vini de 2 anos, está de volta e com uma novidade. Vamos deixá-la contar! 😉 Porque a vida Só Melhora | Por Talita Rodrigues Nunes Sempre gostei de escrever e sempre escrevi muito. Cartas, poesias, e-mails, letras de música, artigos, cartões, resenhas, crônicas – textos de todos os tipos. Mas nunca tinha escrito para um blog… até o convite da Marcela para publicar um texto aqui no Não São Gêmeos. Escrever para blog era diferente de tudo que eu já tinha feito. Porque se, por um lado, é um estilo mais leve e informal, por outro, pretende atingir os leitores do blog. E esses leitores, as pessoas do outro lado da tela, têm opinião, podem gostar ou não, concordar ou não com o que foi escrito – ai, que friozinho na barriga! Mas me empolguei tanto com o convite que já saí escrevendo logo em seguida. Nossa! E como me fez bem escrever aquele texto (Confusão de cabeça de mãe)! Tão maravilhoso quanto escrever, ou talvez até mais, foi receber o carinho das pessoas que liam o artigo. A tal interatividade, intrínseca aos blogs, me cativou. É bom demais compartilhar informações! Mais ainda quando o assunto é o universo da maternidade. E aí, acabei mandando mais...

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Chegamos a um ano

Postado por | Desenvolvimento | 2 comentários

Chegamos a um ano

Eu já contei aqui para vocês sobre o melhor do primeiro mês, lembram? Na verdade, os três primeiros meses passaram bem devagar na minha percepção de nova mãe super cansada, com um bebê que chorava bastante e era difícil para dormir de dia. Depois dos três meses, o tempo realmente voou. Num instante, passou o verão, já começou a adaptação do pequeno na escola e voltei a trabalhar. De lá para cá, então, foi muito rápido. E assim chegamos a um ano do Gabriel fora da barriga nesta semana. No meu Facebook pessoal, postei uma mensagem que reproduz bem o que eu senti no dia mesmo do primeiro aniversário do meu filho: Estou desde o início do dia relembrando tudo o que vivi nesta data há um ano, desde a primeira contração até ter meu pequeno nos braços. Tentei encontrar as palavras perfeitas para descrever como foi esse ano que passou voando, mas é difícil resumir tanta emoção e toda a intensidade do que vivemos em letras. Pensei em aprendizado, cansaço, superação, medo, gratidão, felicidade e, acima de tudo, amor, muito amor. Um amor sem tamanho que vem da gente, que vem dele e que vem de tanta gente...

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No meio do caminho tinha uma candidíase

Postado por | Amamentação | Comente!

No meio do caminho tinha uma candidíase

Que o início da amamentação é difícil, é fato. Eu e a Ju já compartilhamos nossas experiências por aqui para mostrar como, no começo, é dolorido – ainda mais quando aparece a temida mastite. E não é difícil encontrar textos que nos alertam e tentam nos preparar para essa fase inicial. Lembro que no primeiro mês eu nem conseguia encostar a toalha de banho para secar o bico dos seios de dor. Perguntei pra Ju quando isso passaria e ela me disse que levava uns dois meses. Por aqui, acho que foram quase três para eu parar de sentir qualquer incômodo. Eis que, há umas semanas, completamos 11 meses de amamentação e eu fiquei feliz da vida com a conquista, amando amamentar e achando que mais nada poderia ocorrer – afinal, o processo já estava estabilizado. Sabe de nada, inocente! Primeiro, eu comecei a sentir um leve incômodo no bico do seio. Achei que eram os dentinhos do Gabriel (ele já tem três em cima e três embaixo) roçando, mas foi piorando. Esperei uma semana achando que ia passar sozinho, mas não. Eu comecei a sentir ardência no mamilo (em um só que é o que meu filho mais mama) mesmo...

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