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Viajando com o bebê, lugares amigáveis <3
Nós somos caseiros desde sempre e com a chegada da Maria Antônia ficamos mais ainda. Entretanto, volta e meia, fazemos alguma viagem curta e estamos em ‘fase de testes’ para uma viagem mais longa. A Maria Antônia já vai completar 1 aninho, já conhecemos sua personalidade, por isso fica mais fácil definir os horários e tipos de passeios, por exemplo. No último feriado fomos passar um friozinho aqui na serra catarinense, em companhia da minha amiga fofa e parceira de blog, Marcela, seu marido e o Gabriel. E algumas coisas mudaram, em relação às viagens que eu e o meu marido fazíamos antes de a nossa princesa nascer, principalmente a bagagem, na qual sempre fui econômica ao organizar. Passamos da malinha única do casal, para a malinha do casal + a mala de roupas do bebê + os brinquedos do bebê + a térmica de comidinhas do bebê <3 + tapete de atividades do bebê. Parece exagero, mas pelo frio, não poderia falhar nas roupinhas da Maria Antônia, como ela ainda só comia papinhas, levei as que eu fiz (meu controle de qualidade é rígido! rsrs), além da panelinha específica para sua comidinha, por que em outras...
leia maisMeu bebê não dorme a noite toda
Sim, no auge do cansaço, eu já coloquei essa frase no Google em busca de soluções milagrosas. Mas hoje, na minha pouca experiência como mãe, cheguei a uma constatação: bebês não dormem a noite toda mesmo. Eles não foram programados para isso. Você vai ouvir alguém contando que o seu filho ou a filha da fulana dorme e também pode encontrar outros casos na internet. Realmente, deve ser muito bom ter um bebê que dorme a noite toda, mas isso é sorte, não é o padrão. Por isso, para evitar sofrimento, só há uma coisa a fazer: aceite esse fato e acostume-se. Se você está nos primeiros meses, fique calma que a gente realmente se acostuma e chega o dia em que o cansaço deixa de ser tanto. Cada criança tem seu tempo. O tempo de só querer colo, o tempo para aprender a dormir melhor, o tempo para deixar de acordar tanto durante à noite…. O Gabriel nunca me deu muito trabalho à noite, desde recém-nascido, mas sempre acordou de madrugada – poucas vezes eu diria, uma, duas ou três normalmente (Considero pouco, porque já li relatos de crianças que acordam muitas e muitas vezes). Acho que só umas três...
leia maisVisita de mãe: Pais educam e avós… educam também!
A Magda inaugurou a nossa coluna #VisitadeMãe com um texto lindo sobre persistir na amamentação (se ainda não leu, veja aqui). Agora ela volta com uma boa reflexão sobre o papel dos avós na educação dos nossos filhos. Boa leitura! Pais educam e avós… educam também! | Por Magda Pamplona Todo mundo já deve ter ouvido aquela expressão de que pais educam e avós estragam. Confesso que eu nunca gostei dela. Detestava imaginar meus pais ou os pais do meu marido tirando nossa autoridade, fazendo coisas que iam contra o que pensávamos ser correto. Nossos pais já tiveram seus filhos e a chance de criar do jeito deles, com erros e acertos – com certeza fazendo o melhor que podiam. Agora é a nossa vez: de fazermos igual aquilo que consideramos que deva ser repetido e de mudarmos o que julgamos que deva ser diferente. Posso dizer que sou privilegiada. Meus pais e meus sogros respeitam as escolhas minhas e do meu marido. Conversando com amigas e colegas mães, vejo que a alimentação é um dos principais pontos de discórdia entre pais e avós. A alimentação da nossa filha é bem diferente daquela que tivemos quando...
leia maisO segredo para o sono do bebê…
…NÃO EXISTE!!!!!!! E se existir, por favor, me contem! Levem em consideração que, na minha opinião, ‘treinar’ o bebê e deixá-lo chorar por “x” noites, por “y” minutos não é um segredo. É um método no qual não acredito por que, apesar de atingir o objetivo, não me agrada nenhum pouco o meio, ou seja, fazer com que o bebê aprenda a dormir às custas de muita frustração para ele e para os pais também. Sou a favor de criar com apego <3. Posto isso, vou compartilhar com vcs a minha experiência: O MAIOR APRENDIZADO que tirei desses ‘clarões da madrugada’ foi o de não criar expectativas. Sempre que levantei de madrugada para amamentar, esperando que em 15 minutos fosse voltar a dormir, tomei os maiores “bailes” e passei mais tempo acordada. Não posso negar que já tentei o método que citei acima (quem nunca?), mas confesso que desisti em menos de 2 minutos, não tenho capacidade para ESCOLHER deixar a minha filha chorar, em favor do meu conforto. Claro, se ela tivesse dormido ou ficado tranquilinha rápido, seria um sinal de que ela estava pronta para esse ‘próximo passo’, então tudo bem, mas não foi...
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